experience
July 25th, 2010
eu, insights, referências
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“experience is what you get when you don’t get what you want.”
vi no meu horoscopo dia desses.

being an unfortunate vs being a loser
May 12th, 2010
alian de botton, conhecimento, eu, meritocracy, philosophy
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há algum tempo tenho sentido uma ansiedade enorme sobre os rumos pra onde apontam a minha carreira (e a minha vida, depois dela). essa ansiedade é um mal ao qual chegamos pelos caminhos que a nossa organização social tem tomado: hoje, é o homem que está ao centro. é o homem responsável pelos seus atos e pelo seu destino. e são os méritos do homem que vão assegurar para ele o sucesso na carreira (e na vida).
posso dizer que fiquei mais tranquila de ver o speech de alain de botton no ted. a crise existencial e essa ansiedade toda não são problemas só meus. e mais ainda, que a meritocracia é uma ideia filosoficamente formidável, mas praticamente impossível.
Alain de Botton: A kinder, gentler philosophy of success
via update or die

molecular brand e uma dúvida de dois anos
February 9th, 2010
branding, conhecimento, molecular brand, planejamento
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na conferência do gp de 2008 assisti numa das sessões paralelas (da beth furtado – Desejos Contemporâneos: Patchwork de Tendências, Idéias e Negócios em Tempos de Paradoxos) sobre como as marcas cada vez mais devem ser capazes de mudar, mas preservar uma identidade que seja capaz de distingui-las. sempre achei isso um paradoxo. e ainda mais, me incomodava como colocar na prática e conseguir ver uma marca que muda o tempo todo, mas ao mesmo tempo, pode não só se distinguir de outras no mercado, mas ser referência a si mesma?
e dia desses achei duas apresentações no slide share que clarearam um pouco o assunto pra mim:
esse modelo propõe que a marca esteja alicerçada em 7 pilares: valores, raízes, lutas, interesses e benefícios, estilo de vida, hobbies e preferências. claro que para cada um dos públicos, um valor aparece mais do que os outros, ou ainda, um valor nem precisa necessariamente aparecer. isso pressupõe um esforço maior na construção da marca, mas também explica, pelo menos pra mim, como a marca precisa mudar, e efetivamente muda para cada público, mas conserva a sua identidade.
pra quem se interessa, a outra apresentação aqui.
referências :: the fake innovators dilema
February 9th, 2010
innovation, insights, planejamento, referências
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o assunto não é novo, mas ainda não deixou de ser requisito. hoje todo mundo quer inovação, mas ninguém quer se arriscar.
zeus jones e a arquitetura de soluções de negócio
October 6th, 2009
conhecimento, planejamento, zeus jones
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gosto muito do blog da zeus jones. sempre me traz visões interessantes, e não apenas da comunicação, mas como podemos encarar o futuro do mercado.
ontem, eu li esse post sobre especialização versus integração: se as consultorias entregam para as empresas uma visão de mercado bem distante da realidade, e se as agências (mesmo as que se autodenominam full service, 360 ou as ousadas fuck the line) acabam se prendendo à contratação de parceiros específicos ou de confiança para a execução (e se tornando “viciadas” pela execução), existe um gap entre a visão e execução do programa de marketing para as empresas.
é aí que entra o futuro da zeus jones, indo ligar as empresas às agências, mas não mais pensando em execução.
não preciso nem dizer que fiquei bem empolgada em descobrir, da cabeça da zeus jones, um caminho mais estratégico, abrangente e estimulante para o que eu também encaro como o futuro da comunicação.
enterpreneurial advertising
October 1st, 2009
enterpreneurship, trends
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acabo de ler esse artigo muito interessante do johan ronnestam sobre a necessidade, num futuro cada vez mais próximo, de integrar a propaganda, o marketing e a comunicação junto com o desenvolvimento de produtos. de pensar tudo junto, de uma maneira mais orgânica do que as áreas estanques que temos hoje – em que o marketing tenta comunicar os “delírios” de uma área de desenvolvimento de produtos que poucas vezes tem contato com o consumidor, e briga com o departamento de vendas porque a comunicação não funciona – cada um com sua meta, todos recebendo a culpa por responsabilidades não necessariamente suas.
se o desenvolvimento do produto acontece para atender as reais necessidades do consumidor ou vem de encontro a uma oportunidade de mercado, se o marketing sabe exatamente os canais onde promocioná-lo, vendas não vai ter problemas em bater as metas da empresa, certo?
pra mim, sempre fez mais sentido ser assim. mal posso esperar.
dare to think
September 30th, 2009
planejamento, referências
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achei bem coerente o conceito proposto para a universidade de ghent, e a execução, muito bacana. cases como esse mostram como um conceito sólido de comunicação pode funcionar por muito tempo sempre se desdobrando em pontos de interação instigantes.
via chmkt




